Vencer a Argentina foi importante para a Seleção Brasileira. Nem tanto pela conquista da taça “Nicolas Leoz”, mas pela tranquilidade que emerge a partir desta vitória sobre o maior rival.
Como só puderam ser convocados atletas que atuam no país, a partida também valeu para observação de alguns jogadores que estão chegando agora. Cortês, do Botafogo, apareceu com destaque no segundo tempo da partida, apoiando com ousadia e personalidade. Teve participação nos dois gols do Brasil, deixou o campo ovacionado e, certamente, abriu a porta para futuras convocações.
Lucas e Neymar, não só pelos gols que marcaram, também fazem justiça à reverência. Com arrancadas, dribles desconcertantes, especialmente Neymar, levou à locura os argentinos e a torcida que lotou o Mangueirão. Pelo que viu no segundo tempo, o paraense teve razões pra deixar o estádio satisfeito.
Olá caro visitante, aqui vc poderá acompanhar o mundo do futebol e suas notícias, fique avontade para comentar, sugerir etc...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
Empate com sabor de vitória (para os 2 times)
Quero ver daqui 3 ou 4 rodadas algum time satisfeito com um zero a zero. Essa foi a impressão que eu tive quando São Paulo e Corinthians voltaram para o segundo tempo.
O Corinthians morreu em campo. Nitidamente desesperado, sem saber o que fazer com a bola e totalmente dependente do Sheik. Todas as tentativas passaram pelos pés do carioca. Na verdade, foram apenas duas oportunidades. Uma de cabeça e outra no finalzinho do segundo tempo, quando o zagueiro Rodrigo Caio bobeou e o Sheik aproveitou para arrancar com a bola e tocou para o William que tentou finalizar.
tricolor foi melhor em campo. No primeiro tempo mandou no jogo, teve oportunidades de gols, mas não soube aproveitar a vantagem que tinha sobre o Corinthians. Jogou em casa, aparentemente não vive uma crise, nenhum jogador saiu da concentração, o técnico não está balançando e não perdeu recentemente uma liderança.
No final das contas o empate acalmou os ânimos das duas equipes. Tite tentará colocar ordem na casa e o São Paulo por enquanto é líder do Brasileirão.
O Corinthians morreu em campo. Nitidamente desesperado, sem saber o que fazer com a bola e totalmente dependente do Sheik. Todas as tentativas passaram pelos pés do carioca. Na verdade, foram apenas duas oportunidades. Uma de cabeça e outra no finalzinho do segundo tempo, quando o zagueiro Rodrigo Caio bobeou e o Sheik aproveitou para arrancar com a bola e tocou para o William que tentou finalizar.
tricolor foi melhor em campo. No primeiro tempo mandou no jogo, teve oportunidades de gols, mas não soube aproveitar a vantagem que tinha sobre o Corinthians. Jogou em casa, aparentemente não vive uma crise, nenhum jogador saiu da concentração, o técnico não está balançando e não perdeu recentemente uma liderança.
No final das contas o empate acalmou os ânimos das duas equipes. Tite tentará colocar ordem na casa e o São Paulo por enquanto é líder do Brasileirão.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Por que tanto escândalo?
Caramba, o Brasil perdeu da Alemanha, da grande Alemanha, e está esse escândalo todo. Afinal, será que o Brasil é tão superior assim à Alemanha na história do futebol ? Ou os brasileiros seguem com a pretensão de que são os melhores indicutíveis? . O time alemão atual é muito melhor que o brasileiro, jogou em casa e foi 3 a 2. Tudo normal. O resto é pachequismo puro. Agora, que a seleção brasileira não está jogando nada, eu concordo, mas isso porque jogou fora todo o trabalho do Dunga, enquanto os alemães, que também perderam a última Copa, aproveitaram e aperfeiçoaram. Aí é questão de inteligencia,ou de falta dela, não de futebol.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Neymar vs Aguero
Qual a melhor opção para o Real Madrid: Agüero ou Neymar? Evidente que há uma terceira alternativa chamada 'nenhum dos dois', mas se tivesse que escolher um, quem você escolheria?
Na enquete aqui do blog, o brasileiro venceu com 71% dos votos. Na do Marca deu o argentino, com 56%. Vale lembrar que Neymar tem 19 anos e seu preço, segundo o jornal espanhol, seria de € 40 milhões, enquanto Agüero, 23 anos, custaria € 45 milhões.
A questão da idade é uma via de mão dupla. Se por um lado o craque do Santos ainda não está maduro, ainda não foi testado no Velho Mundo e ainda desperta dúvidas entre os europeus, por outro é um baita investimento. Se, por exemplo, vestir a camisa do Madrid e confirmar o futebol que dele se espera, em dois ou três anos seu preço pode praticamente dobrar.
No entanto, o que pesa a favor de Agüero, além da maturidade, é a questão tática. Se trocar o Atlético pelo Real, no 4-2-3-1 de Mourinho, Kun é o centroavante. Já Neymar, atacante de beirada de campo, em tese atua na mesma posição que Cristiano Ronaldo (ou Di María). Ou seja: a necessidade dos Blancos é um camisa 9, não um ponteiro
É claro que Agüero também pode jogar num dos cantos. Tem bola para isso. Não se trata de um centroavantão. Longe disso. Porém, ao contrário de Neymar, ele sabe cumprir esse papel com maestria. Portanto, baseado no atual elenco madridista, entre os dois, para mim o genro de Maradona é a melhor aposta - apesar de ser mais caro
Na enquete aqui do blog, o brasileiro venceu com 71% dos votos. Na do Marca deu o argentino, com 56%. Vale lembrar que Neymar tem 19 anos e seu preço, segundo o jornal espanhol, seria de € 40 milhões, enquanto Agüero, 23 anos, custaria € 45 milhões.
A questão da idade é uma via de mão dupla. Se por um lado o craque do Santos ainda não está maduro, ainda não foi testado no Velho Mundo e ainda desperta dúvidas entre os europeus, por outro é um baita investimento. Se, por exemplo, vestir a camisa do Madrid e confirmar o futebol que dele se espera, em dois ou três anos seu preço pode praticamente dobrar.
No entanto, o que pesa a favor de Agüero, além da maturidade, é a questão tática. Se trocar o Atlético pelo Real, no 4-2-3-1 de Mourinho, Kun é o centroavante. Já Neymar, atacante de beirada de campo, em tese atua na mesma posição que Cristiano Ronaldo (ou Di María). Ou seja: a necessidade dos Blancos é um camisa 9, não um ponteiro
É claro que Agüero também pode jogar num dos cantos. Tem bola para isso. Não se trata de um centroavantão. Longe disso. Porém, ao contrário de Neymar, ele sabe cumprir esse papel com maestria. Portanto, baseado no atual elenco madridista, entre os dois, para mim o genro de Maradona é a melhor aposta - apesar de ser mais caro
Afinal, qual é a do Lucas ?
Desde a saída de Danilo o São Paulo carece de um meia. Não que Danilo seja um Ganso, mas faz uns quatro anos que o time do Morumbi procura um camisa 10. Talvez por isso me condicionei a procurar no elenco tricolor jogadores com tais características. De cabeça, me lembro de Marcelinho Paraíba e Marlos. Quando foram contratados, pensei: o problema está resolvido, acharam o chamado 10. No entanto o tempo mostrou que eu estava enganado.
Com Lucas não foi diferente. Assim que surgiu na equipe profissional, imaginei: agora sim, aí está o meia que o São Paulo tanto queria. Em função de sua qualidade no passe vertical e sua visão de jogo, entendi que Lucas era o cara para preencher a função. Tanto é que, quando Carpegiani começou a adotar o 4-4-2 em linha, em outubro do ano passado, e escalou Lucas como winger, critiquei a opção do treinador dizendo que a revelação tricolor era homem de centro, não de beirada.
Contudo, a cada dia, a cada partida, em função de seu rendimento, de sua velocidade e sua habilidade, tenho mudado meu conceito. A cada rodada me convenço de que ele é sim jogador de beirada. Não que ele não tenha capacidade para atuar pela faixa central, porém parece-me que como ponteiro ele contribui mais. Na verdade ainda não tenho uma opinião definitiva sobre se Lucas vai emplacar como meia ou ponta, só o tempo irá dizer. Ainda sou confuso em relação ao posicionamento. Mas, hoje, tendo a concordar com a segunda alternativa.
E parece-me, pela lista da Copa América, que Mano Menezes vê no são-paulino um homem de beirada. No 4-2-3-1 idealizado pelo técnico da canarinha, Neymar e Robinho são os extremos, e Fred e Pato os centroavantes. Já Lucas, pelo que tudo indica, é opção para as beiradas. Ou seja: é reserva de Robinho (e Neymar), e não banco de Ganso - sem querer negar sua polivalência
Com Lucas não foi diferente. Assim que surgiu na equipe profissional, imaginei: agora sim, aí está o meia que o São Paulo tanto queria. Em função de sua qualidade no passe vertical e sua visão de jogo, entendi que Lucas era o cara para preencher a função. Tanto é que, quando Carpegiani começou a adotar o 4-4-2 em linha, em outubro do ano passado, e escalou Lucas como winger, critiquei a opção do treinador dizendo que a revelação tricolor era homem de centro, não de beirada.
Contudo, a cada dia, a cada partida, em função de seu rendimento, de sua velocidade e sua habilidade, tenho mudado meu conceito. A cada rodada me convenço de que ele é sim jogador de beirada. Não que ele não tenha capacidade para atuar pela faixa central, porém parece-me que como ponteiro ele contribui mais. Na verdade ainda não tenho uma opinião definitiva sobre se Lucas vai emplacar como meia ou ponta, só o tempo irá dizer. Ainda sou confuso em relação ao posicionamento. Mas, hoje, tendo a concordar com a segunda alternativa.
E parece-me, pela lista da Copa América, que Mano Menezes vê no são-paulino um homem de beirada. No 4-2-3-1 idealizado pelo técnico da canarinha, Neymar e Robinho são os extremos, e Fred e Pato os centroavantes. Já Lucas, pelo que tudo indica, é opção para as beiradas. Ou seja: é reserva de Robinho (e Neymar), e não banco de Ganso - sem querer negar sua polivalência
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
A pressão está de volta
Aos poucos o Corinthians vai reencontrando o seu futebol. Com uma pequena mudança no elenco devido as lesões dos titulares, o timão arrancou um empate fora de casa do Atlético-PR. A gordurinha na ponta da tabela não existe mais. O timão tem um jogo a menos e nesta quarta-feira, contra o Santos, tentará recuperar a liderança, que hoje pertence ao Flamengo.
O técnico Tite, evidentemente, não gostou do resultado. Na teoria seria a partida mais tranquila das últimas rodadas, mas em campo o papo foi diferente. Os gols saíram de bolas paradas. Primeiro na falha do lateral-direito Weldinho que gerou o pênalti que Cléber Santana converteu. Depois quando Paulinho foi derrubado na área e Alex chutou no canto, marcando seu primeiro gol com a camisa do Parque São Jorge.
Para o Furacão, foi uma partida positiva. “O Atlético-PR tem que comemorar. Empatar com o líder é um resultado positivo dentro da situação em que estamos. Temos que lutar”, disse o meio-campista Kléberson.
O técnico Tite, evidentemente, não gostou do resultado. Na teoria seria a partida mais tranquila das últimas rodadas, mas em campo o papo foi diferente. Os gols saíram de bolas paradas. Primeiro na falha do lateral-direito Weldinho que gerou o pênalti que Cléber Santana converteu. Depois quando Paulinho foi derrubado na área e Alex chutou no canto, marcando seu primeiro gol com a camisa do Parque São Jorge.
Para o Furacão, foi uma partida positiva. “O Atlético-PR tem que comemorar. Empatar com o líder é um resultado positivo dentro da situação em que estamos. Temos que lutar”, disse o meio-campista Kléberson.
Futebol e a festa dos cartões forçados!
Amigos, desde que me entendo por gente, esta aberração dos jogadores forçarem o terceiro cartão amarelo para não atuar no jogo seguinte existe em todas as ligas de futebol do planeta.
Esta lacuna na lei deve ser revista. Os jogadores podem receber o cartão amarelo quando melhor lhes convier. Ora, me parece uma tremenda contradição e falha no código esportivo que um instrumento que serve para punir, possa, de alguma forma, beneficiar o infrator.
Os árbitros (todos eles) sabem quais são os jogadores pendurados dentro de campo e que já entram no gramado com a intenção de conseguir o terceiro cartão e aproveitar eventualmente uma convocação na Seleção Brasileira e cumprir a suspensão automática vestindo a amarelinha em solos europeus
Sim, amigos, falo neste momento do lance bizarro de Ralf na partida contra o Atlético do Paraná. Sabendo que estava pendurado com o terceiro cartão e com o passaporte carimbado para a Alemanha – o volante do Corinthians chutou a bola longe quando a partida estava parada para a cobrança de uma falta ainda no campo de defesa do seu time. O lance foi bizarro. Era mais fácil ele chegar perto do juíz e pedir: ” ô juizão, ajuda aê irmão, mostra o amarelinho para mim”.
Ralf não é o primeiro nem o último a praticar este anti-jogo. Os árbitros deveriam receber a instrução de não advertir estes atletas em jogadas forçadas. É uma encenação que descaracteriza e depõe contra a (pouca) seriedade que ainda sobrevive no futebol. Outra coisa: jogadores convocados para jogar na Seleção não deveriam cumprir suspensão automática em seus clubes. Isso me parece óbvio. Assim como tantas outras coisas que são claras e contundentes e que passam despercebidas aos olhos dos governantes da bola
A conclusão que o futebol é mais ou menos sério – pelo visto – já faz parte da 18ª regra deste esporte.
Esta lacuna na lei deve ser revista. Os jogadores podem receber o cartão amarelo quando melhor lhes convier. Ora, me parece uma tremenda contradição e falha no código esportivo que um instrumento que serve para punir, possa, de alguma forma, beneficiar o infrator.
Os árbitros (todos eles) sabem quais são os jogadores pendurados dentro de campo e que já entram no gramado com a intenção de conseguir o terceiro cartão e aproveitar eventualmente uma convocação na Seleção Brasileira e cumprir a suspensão automática vestindo a amarelinha em solos europeus
Sim, amigos, falo neste momento do lance bizarro de Ralf na partida contra o Atlético do Paraná. Sabendo que estava pendurado com o terceiro cartão e com o passaporte carimbado para a Alemanha – o volante do Corinthians chutou a bola longe quando a partida estava parada para a cobrança de uma falta ainda no campo de defesa do seu time. O lance foi bizarro. Era mais fácil ele chegar perto do juíz e pedir: ” ô juizão, ajuda aê irmão, mostra o amarelinho para mim”.
Ralf não é o primeiro nem o último a praticar este anti-jogo. Os árbitros deveriam receber a instrução de não advertir estes atletas em jogadas forçadas. É uma encenação que descaracteriza e depõe contra a (pouca) seriedade que ainda sobrevive no futebol. Outra coisa: jogadores convocados para jogar na Seleção não deveriam cumprir suspensão automática em seus clubes. Isso me parece óbvio. Assim como tantas outras coisas que são claras e contundentes e que passam despercebidas aos olhos dos governantes da bola
A conclusão que o futebol é mais ou menos sério – pelo visto – já faz parte da 18ª regra deste esporte.
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