segunda-feira, 17 de março de 2014

Corinthians incompetente joga a culpa no São Paulo!!

O Corinthians está fora das quartas de final do Paulistão, graças a sua incompetência e não a uma possível falta de empenho do São Paulo contra o Ituano.

Nem vencer o seu jogo ele conseguiu, empatando com a Penapolense em 0 a 0. A vitória de 1 a 0 do Ituano não foi surpresa nenhuma. Quem tinha motivações para vncer?

Desviar as atenções para fatos paralelos como a falta de empenho do Tricolor, o pênalti que o árbitro poderia ter marcado em Uendel e não marcou, entendo que o árbitro acertou, serve apenas para desviar o foco da realidade principal.

O Corinthians conseguiu, por incompetência, a proeza de ficar de fora de uma competição que foi preparada para que os quatro grandes se classificassem sem susto algum. E a culpa é do São Paulo?

Inclusive, no jogo considerado confronto direto o Corinthians perdeu para o São Paulo.

Portanto, como exigir que o adversário/concorrente vencesse o Ituano se ele mesmo não teve competência para superar o Penapolense.

É muita incompetência administrativa, tática e técnica. Aliás, nem aquele comportamento aguerrido pode ao menos ser exaltado nesse grupo de jogadores que entraram em campo.

Como os nossos dirigentes justificam seus fracassos com técnicos famosos e consagrados?

A diretoria corintiana está muito bem respaldada com o escudo Mano Menezes, um vitorioso num passado recente do Timão, mas está encontrando muita dificuldade nesse momento de reformulação por que passa o alvi-negro.

Pelo o que Mano fez na seleção e no Flamengo, tem quem entenda que ele possa estar na descendência da curva do sucesso.

Ainda bem que logo logo o Corinthians estréia na Copa do Brasil e um bom resultado apagará a péssima participação no Paulistão-14.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Racismo contra Tinga é digno de exclusão da Libertadores

Olha só o tamanho da irresponsabilidade de um profissional do futebol que trabalha em um grande clube brasileiro.
O Flamengo se preparou para a estréia na Libertadores desde o ano passado quando obteve sua classificação com o título de campeão da Copa do Brasil. Deixou, inclusive, o campeonato Carioca em segundo plano iniciando sua participação com a equipe formada por reservas para um melhor condicionamento físico dos titulares.
Bem, primeiro jogo confirmado para o México, adversário o Leon, estádio Azteca de belas recordações para o futebol brasileiro e, principalmente, para o ex-flamenguista Tita, que por lá também é ídolo e foi homenageado. Início de jogo bem movimentado com oportunidades de gols para os dois lados logo nos primeiro minutos.
Mas, eis que o “craque” Amaral resolve, após disputar uma bola de maneira legal, desferir um golpe de MMA no adversário. Eram 11 minutos de jogo e o péssimo dos péssimos árbitro colombiano Buitrago expulsou o flamenguista, colocando no lixo tudo o que foi treinado, programado e levado para o campo na altitude de 1.860 metros.
Se os times brasileiros já não conseguem tirar proveito com um jogador a mais, imaginem com um a menos?
Começou perdendo por 1 a 0 com um pênalti bem arrumado pelo péssimo dos péssimos, chegou ao empate com um gol de Cáceres onde o assoprador colombiano marcou pênalti que ninguém viu mas, por incrível que pareça, como a bola entrou ele deu gol e ninguém do Leon reclamou.
Os flamenguistas não sabiam se reclamavam ou vibravam. Vibraram.
No segundo tempo, Buitrago arrumou mais um pênalti para os mexicanos mas o goleiro Felipe defendeu a cavadinha de Mauro Boselli.
Tudo isso não foi suficiente para evitar a derrota por 2 a 1 em um jogo que, com 11 contra 11 dificilmente seria perdido pelo Flamengo. Parabéns Amaral, você conseguiu!
 
No outro jogo envolvendo equipe brasileira, o Cruzeiro perdeu o jogo de virada para o Real Garcilazzo do Peru lá nas alturas dos 3 mil e poucos metros da cidade Huancayo.
Além da derrota no placar, os mineiros perderam também a oportunidade de protestarem rigorosamente contra o racismo e a discriminação racial. O jogador Tinga foi hostilizado e nem companheiros nem clube, tiveram a coragem de se retirarem do gramado se acovardando tanto quanto corintianos e ponte-pretanos quando foram ameaçados por torcedores organizados.
No caso de Tinga, será que nem seus companheiros negros se sentiram ofendidos? O árbitro José Argote também foi conivente.
Ele entendia tudo o que estava sendo proferido contra o jogador brasileiro.
Mas, se nem o ofendido reage, o que esperar dos outros? Tinga, que já está na história do futebol brasileiro poderia marcar com letras maiúsculas sua participação na história futebolística e social mundialmente. Que pena. Punição já para o time peruano e seus torcedores!!
 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Isso é uma vergonha!

A frase eternizada pelo jornalista Boris Casoy poderia se encaixar ao rebaixamento de dois gigantes cariocas – Vasco e Fluminense – mas, infelizmente, o futebol ficou em segundo plano neste post. A vergonha, à qual me refiro, tem a ver com as cenas lamentáveis de Joinville onde houve o violento confronto entre torcedores de Vasco e Atlético Paranaense. Tamanha selvageria resultou na internação de quatro torcedores – três deles em estado grave. Inevitável a sensação de que o país sede da próxima Copa do Mundo é uma terra sem lei.

As imagens revelam assassinos vestidos com as cores de clubes de futebol. É chocante ver um homem no chão desmaiado tendo a cabeça chutada como se fosse uma bola.  Ou um vândalo com a uma barra de ferro com prego na ponta distribuindo golpes como se fosse um guerreiro medieval.  Não há novidade na exibição nestas cenas. São imagens repetidas. Mesmo assim, chocantes. Mais chocante, entretanto, é saber que não vai dar em nada.

A vergonha já está estampada em manchetes pelo mundo, enquanto o jogo de empurra no Brasil segue a todo vapor. A Polícia transfere para o Ministério Público que nega a orientação para que a segurança do jogo fosse responsabilidade de seguranças particulares contratados pelo Atlético Paranaense. E assim, entre a omissão e a irresponsabilidade; a incompetência e a impunidade, nos resta lamentar pelos rumos do futebol no Brasil.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Pikachu amarela o Palmeiras

As poucas rodadas que restam para o Palmeiras confirmar ou não o título de campeão da Série B servem também para a direção saber quem tem condições de fazer parte da equipe na série A.

A derrota por 1 a 0 para o Paysandu, que faz parte do grupo de prováveis rebaixados, mostrou o quanto o Palmeiras é dependente Valdívia, Leandro e Wesley, que não jogaram.

A bola que o Palmeiras jogou foi tão medíocre que até o sinal da transmissão caiu. Não da para exigir mais dos paraenses, se tivessem algo mais não estariam lá em baixo na tabela. E mesmo assim venceram o Palmeiras com gol do lateral artilheiro Picachú.

Ele já marcou oito gols enquanto que pelo lado palmeirense, Ananias, que foi bem na Portuguesa, ainda não marcou uma vezinha só. Aliás, ele nunca está onde a bola vai ou a bola vai onde ele nunca está. Brincadeira?

P da vida com o rendimento de quase todos seus companheiros, Henrique exagerou na reclamação de uma falta marcada contra si pelo assistente, que não existiu, teria que ser falta a favor do Palmeiras, recebeu amarelo e cartão vermelho por ter xingado todo mundo.

Até o técnico Kleina ficou bravo com o quarto árbitro Do Couto, que é paraense, querendo que ele interferisse na arbitragem do gaúcho Anderson Daronco

Henrique não estará na foto se a equipe conquistar o título contra o Boa Esporte, em São Paulo.

Com o Paysandu caindo? Tá querendo muito hein Kleina? E o público? Sensacional. Presença de 34 mil torcedores, muitos deles palmeirenses, torcendo e vibrando com a vitória do Papão da Curuzu.



segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Sem brilho, Palmeiras de volta a elite

O Palmeiras subiu, o Palmeiras está lá, na série A do futebol brasileiro ano que vem. Parabéns, mas o verde não fez nada mais do que sua obrigação. Aliás, entendo que o Palmeiras tinha que ser campeão invicto da Série B. Mas, como isso não vai ser possível, pela sua grandeza e para compensar o vexame de ter sido rebaixado, tem que ser campeão mais uma vez da série B e comemorar, sim.
No dia em que se comemorava os 150 anos da criação do futebol, o Palmeiras relembrou quando representou o Brasil e jogou contra o São Caetano trajando camisas amarelas, calções azuis e meias brancas. Diferentemente de quando era uma verdadeira seleção brasileira, ficou no empate de 0 a 0, somando um ponto, suficiente para garantir o acesso.
O lance mais importante do jogo foi protagonizado pelo árbitro Wilson Luiz Seneme. Ele marcou pênalti do goleiro Rafael Santos em Alan Kardec e, por interferência do assistente Carlos Augusto, voltou atrás e deu bola ao chão.
 
Talvez, pela experiência e competência que tem, Seneme não continuou correndo em direção a área, ficou distante da dividida mas, deveria ter observado a trajetória da bola ao ser tocada pelo goleiro do São Caetano.
Depois de muita discussão, os jogadores palmeirenses aceitaram a “anulação” do pênalti. O assistente salvou a arbitragem do Seneme. As vezes, o excesso de confiança atrapalha o comportamento do árbitro.
Ainda no primeiro tempo, em lance bem mais difícil, Seneme acertou em não marcar pênalti de Fabinho em Vinicius. Poderia inclusive mostra o amarelo para o jovem atacante palmeirense por simulação. E, também, não deveria ter permitido o atendimento médico. Se não foi nada, o palmeirense se machucou como?
Malandro esse garoto, hein?  Agora, restam mais seis jogos para que o Palmeiras consiga o bicampeonato da série B. Sem o peso do acesso, vamos ver se a bola aumenta.
 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Com a cara de Muricy Ramalho

A torcida fez sua parte. Compareceu em grande número ao Morumbi, mesmo com algumas partes das arquibancadas vazias, graças aos shows que serão realizados no estádio tricolor.

Mais do que ver o São Paulo em campo, o torcedor queria mesmo rever e reverenciar Muricy Ramalho.

Com direito a mensagens no placar eletrônico, camisa personalizada e muitos gritos, Muricy entrou em campo com o time modificado. Três zagueiros, Rodrigo Caio como líbero, Maicon no meio e Weliton no ataque engrenaram o tricolor que tinha PH Ganso como único armador.

No primeiro tempo foram 13 finalizações contra apenas uma da Ponte Preta.

E apesar do placar zerado, o São Paulo deixou boa impressão. Na segunda etapa, Luis Fabiano tratou de aliviar o sofrimento logo aos 3 minutos, com passe açucarado de Ganso.

A Ponte apertou, tentou ir pra cima, mas a defesa se portou bem, apesar das falhas constantes de Paulo Miranda e da tola expulsão do volante Denílson no fim de jogo.

Placar magro, bem no estilo Muricy, mas suficiente para garantir a primeira vitória do tricolor sob o comando do eterno tricampeão brasileiro.

Na saída de campo, detalhe curioso. O capitão Rogério Ceni preferiu enaltecer mais Paulo Autuori do que o próprio Muricy. Sinal de respeito aos comandantes que mais ganharam títulos com o São Paulo nos últimos anos.

O caminho tricolor é longo. A zona de rebaixamento ainda é realidade ,  o futebol não é para encher os olhos, mas quem dúvida do potencial e a motivação do time com a chegada de Muricy. Trabalho, meu filho, trabalho pela frente!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

114 pontos e 150 gols

O Santos jogou de igual para igual com o Corinthians,  o time melhor ajeitado do Brasil há alguns anos. A rigor o Santos até mereceu ganhar. O mesmo Santos que há poucos dias foi humilhado pelo Barcelona. Os 8 a 0 mostraram bem a diferença de uma equipe para outra. Contra o Barcelona, o Santos foi insignificante. Diante do Corinthians quase ganhou. Viajando, um pouco, fiquei imaginando o Barcelona disputando o Campeonato Brasileiro. Não é difícil a projeção. Vitória em todos os jogos com média superior a 3 gols por partida. Nunca teremos como comprovar. Fica na teimosia ou na dedução. Mas, uma coisa é evidente, não há termos de comparação. O mesmo time, que foi um ratinho contra o Barça,  virou  ratão contra o acertadíssimo Corinthians. Já falamos, várias vezes, da lentidão na transição dos vários setores das nossas melhores equipes, além da  metodologia, quase sempre inadequada. Aí vem  a seleção do Felipão, brilha e goleia a Espanha. Tudo que fora dito caiu por terra. Uma pena. Apesar dos indiscutíveis 3 a 0 na final da Copa dos Confederações, o Brasil está anos luz atrás dos espanhóis. Mas a cegueira do fanatismo não consegue admitir que fomos ultrapassados. Nossa realidade esteve presente no Barcelona x Santos, escancarada para todo mundo. Agora há esse encontro com o Corinthians para que a gente sinta, novamente, a desigualdade. É só querer olhar. Prestando mais atenção.